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O valor da proteção: um conto sobre a importância do seguro de vida na vida de uma família

Por admin · · 4 min de leitura

O valor da proteção: um conto sobre a importância do seguro de vida na vida de uma família

Era uma terça-feira de carnaval e, como de costume, chovia em Belém. A família Silva decidira ficar em casa naquela noite, até que o celular do Sr. Silva tocou, e ele ouviu uma notícia que mudaria sua vida para sempre.

“Papai!!!” O desespero na voz de sua filha Carla cortou o coração do velho Silva.

O marido de Carla, Paulo, havia sofrido um acidente de carro na BR-316 e estava em estado grave, a caminho do hospital.

As horas que se seguiram foram um turbilhão de emoções, enquanto o Sr. Silva, sua esposa Maria e o filho caçula Lucas corriam para o hospital, sem saber o que iriam encontrar.

Na cabeça do Sr. Silva vinha a conversa com o genro querido e a tentativa de convencer o casal a não viajar para Mosqueiro em época de carnaval.

O médico garantiu que Paulo ficaria internado por semanas e passaria por diversas cirurgias e tratamentos.

Paulo era dentista, tinha uma vida tranquila e estável, e agora lutava pela sobrevivência dia a dia.

A família se revezava no hospital para acompanhar de perto a evolução do estado de saúde de Paulo, enquanto tentava manter uma rotina mínima em casa, quase sempre interrompida pelo choro de Carla, que se lamentava por ter sofrido apenas leves escoriações, enquanto o marido recebera a carga maior do impacto da batida.

Maria consolava a filha e procurava manter seu ânimo. Afinal, ela acabara de se casar e ainda teria a vida inteira pela frente quando Paulo se recuperasse e precisasse do seu apoio – já que provavelmente demoraria para voltar a trabalhar, pois havia quebrado o braço e as mãos, e não poderia tão cedo voltar ao consultório odontológico.

Semanas viraram meses, as contas começaram a se acumular, os tratamentos eram caros e a família estava sobrecarregada emocionalmente. Foi então que o medo se instalou: e se Paulo não sobrevivesse? Eles teriam que lidar não apenas com a perda, mas também com as dívidas.

Foi então que o Sr. Silva se lembrou do seu velho amigo corretor de seguros, que numa conversa lhe dissera que seu genro precisava avaliar a contratação de um seguro para proteger sua renda, e de um seguro de vida para dar segurança à esposa em caso de um infortúnio – ou ao próprio Paulo, em caso de uma invalidez precoce.

O Sr. Silva confessou que, na época, não deu muita bola para o amigo corretor. Afinal, era o trabalho dele falar sobre essas coisas ruins.

Mas a verdade é que nunca havia pensado nisso antes. Sua filha e seu genro eram jovens e saudáveis, e a ideia de perder alguém tão cedo parecia distante. Agora, diante da incerteza do futuro, a falta de uma proteção financeira era uma preocupação a mais para a família.

A angústia era quase insuportável, mas o tempo passou e Paulo conseguiu sair do hospital e voltar para casa. Passou um ano na fisioterapia para recuperar quase por completo o movimento dos dedos.

Aquela experiência terrível mudou completamente o conceito que o Sr. Silva tinha do seguro.

Tudo seria diferente se ele tivesse ouvido o amigo corretor.

Decidiu ligar para ele e contratar os seguros de proteção financeira indicados, que incluíam seguro de vida com cobertura para invalidez e doenças graves, e também cobertura de renda mensal para o caso de Paulo não poder exercer sua atividade como dentista durante um determinado período.

Aquela noite de carnaval ficou para trás, mas ficou a lição: seguro não é caro; caro é a aflição e a angústia.

Se você quer saber quem é o amigo corretor do Sr. Silva e o que ele pode fazer por você, faça um contato.

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Fernando Garcia, CFP®

Planejador financeiro pessoal certificado pela Planejar, especialista em seguros e previdência privada. Graduado em Matemática (USP), com MBA em Gestão de Seguros e Resseguros (ENS).

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